Entenda a polêmica sobre a liberação ou não da torcida do Bugre contra os grandes

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O presidente do Guarani, Palmeron Mendes Filho, deu a informação com exclusividade na Rádio Bandeirantes de Campinas de que a torcida do Guarani poderia acompanhar o time nos jogos diante das equipes grandes realizados na capital paulista. No entanto, a informação foi desmentida pelo Promotor de Justiça Paulo Castilho: “Não procede. São duas situações. Primeira, as torcidas estão liberadas para adentrarem aos estádios com faixas, bandeiras e instrumentos musicais; segunda, jogos envolvendo Corinthians, SP, Santos, Palmeiras, Ponte e Guarani, torcida única”.

NA TELA DA BAND

Na tarde desta sexta, o site oficial do Guarani publicou uma nota com dois ofícios recebidos pelo clube. No primeiro, do dia 18 de dezembro, há a determinação do Ministério Público para que seja adotada torcida única nos jogos entre os 4 grandes da capital, além de Ponte e Guarani. No segundo ofício, datado em 2 de janeiro, é citada a determinação do ofício anterior e o seguinte texto: “Atender integralmente a recomendação do Ministério Público do Estado de São Paulo; para que seja liberada a, nos estádios de futebol do Estado de São Paulo, das torcidas do Guarani Futebol Clube de adentrar aos estádios caracterizada, ou seja, utilizando 7 instrumentos musicais, uma faixa e um bandeirão, podendo ser liberada ou restringida a liberação de tais objetos, instrumentárias e demais acessórios, a critério da Polícia Militar.

Na mesma nota emitida pelo Guarani, o clube afirma que na próxima semana terá reunião com membros da Federação Paulista e do Ministério Público para esclarecer a situação.

Em contato com a reportagem do Portal CB, o Coronel Suíta, vice-presidente de Infraestrutura dos Estádios da FPF, atribui a responsabilidade da informação ao Promotor Paulo Castilho; mas confirmou que a liberação diz respeito às torcidas organizadas.

Pelas informações apuradas, a indicação é de que os dirigentes bugrinos cometeram um erro de interpretação dos ofícios recebidos.

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