De artilheiro a treinos separados: a decadência de Rafael Longuine no Guarani

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Meia Rafael Longuine não deve ser utilizado entre os titulares contra o Oeste. Foto: Letícia Martins – Guarani Press

O atacante Rafael Longuine chegou ao Brinco de Ouro para ser a referência no meio-campo, a “cereja do bolo” como disse o próprio presidente Palmeron Mendes Filho e o nome que iria substituir à altura (ou até melhor) Bruno Nazário, referência ofensiva do Guarani na Série A2 do Paulista. O início do casamento entre Longuine e Bugre foi ótimo.

NA TELA DA BAND

Na estreia, ele sofreu um pênalti no dérbi e, apesar da derrota bugrina, já havia deixado boa impressão. Depois, rapidamente ganhou a confiança de Umberto Louzer e, com méritos, ganhou a camisa 10 do time e se transformou na principal referência não só na armação das jogadas, como também nos gols.

Longuine fechou o primeiro turno da Série B como artilheiro do time, com 5 gols. O início do returno também foi promissor: apesar da derrota para o Fortaleza no Brinco, o meia balançou as redes. Foi só, o último gol dele com a camisa alviverde.

Depois disso, o meia foi caindo de rendimento de maneira inexplicável. Os gols desapareceram, as tentativas de armação das jogadas diminuíram consideravelmente e, em alguns momentos, parecia até desaparecer em campo.

Há duas rodadas, Rafael Longuine perdeu espaço no time titular para o jovem Matheus Anjos. E no treinamento desta quarta, treinou em separado a maior parte do tempo, num trabalho físico. Vale lembrar que o jogador já havia sentido dores musculares às vésperas do confronto diante do Boa em Varginha no último final de semana.

A presença de Rafael Longuine como titular no jogo contra o Oeste é extremamente improvável. O jogador, que pertence ao Santos, deve retornar à Vila Belmiro em 2019. No Brinco, fica cada dia mais improvável que o jogador retorne aos melhores dias e sua despedida de Campinas tem todos os sinais de ser apagada.

 

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